Camara de Correntina Competência | Trabalho | Dedicação

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História e Visão

A Câmara

Todo poder emana do povo e em seu nome é exercido

História

O município de Correntina começou a surgir a partir das expedições dos bandeirantes Bartolomeu Bueno da Silva, Belchior Dias Moreira e Matias Cardoso de Almeida, que teriam visitado a região onde hoje se localiza a cidade entre 1700 a 1790. Em 2 de março de 1938, através do Decreto Lei Federal de nº 311 assinado por Getúlio Vargas, autorizando que os Estados fizessem as divisões territoriais, foi que, pelo Decreto Estadual de nº 10 724, assinado pelo interventor Federal Landulfo Alves, em 30 de março de 1938, a vila recebeu o foro de Cidade, sob a batuta do Intendente Major Félix Joaquim de Araújo, porém, somente vieram comemorar em 1 de janeiro de 1939, considerando a demora que havia na comunicação.

Banhada pelos rios Correntina, Arrojado, Santo Antônio, Guará e Rio do Meio, todos de águas cristalinas, sendo o principal o rio Correntina, cujo leito corta o centro da cidade, onde está a Ilha do Ranchão, de encantos e magia, cartão postal da cidade, bastante visitada durante todo o ano e principalmente no período de carnaval. Logo a 1.200 metros do centro da cidade há o arquipélago “Sete Ilhas”, descrito como tendo uma beleza incomparável. Os outros rios banham quase todos os povoados do município, que impressionam pelas suas riquezas hídricas e naturais, como: Cachoeiras, Veredas, Paredões, Morros e Grutas.

A menor temperatura registrada na cidade foi de 6,3 °C, no dia 23 de julho de 2006.

A culinária regional é uma tradição de seu povo.

Visão

A economia do município, marcada, no seu primeiro meio século de existência, pelo ciclo do ouro, passada a febre do metal, aclimatou-se à agricultura de sobrevivência ou familiar, dos minifúndios às margens dos rios e riachos, associados à pecuária incipiente do gado comum ou curraleiro, que nas fases de seca, era conduzidos aos fechos – áreas de cerrado ou campos gerais em pastagens coletivos. Nas décadas de 70/80, com o programa do governo federal de reflorestamento e aproveitamento do eucalipto na produção de celulose para a indústria do papel, vieram as grandes empresas nacionais e multinacionais e instalaram com todo o aparato tecnológico. Não prosperou o reflorestamento e veio a soja, de “a nova fronteira agrícola do estado”.

Em 1994, construída a BR-349, asfalto padrão de qualidade, Correntina ficou a cinco horas de Brasília-DF. E esta rodovia se tornou não somente o acesso privilegiado e dinâmico, do turismo do sudeste do país, às praias do nordeste, como também se fez de corredor único de escoamento da produção de grãos, pelo porto de Ilhéus.

Todos estes fatores somados vêm alavancando a economia do município físico da cidade, como da melhora acentuada na qualidade de vida da população.

Números importantes de 2017
17
Projetos apresentados
35 %
Projetos aprovados
31
Horas de sessões
13
Quantidade de vereadores